Nossa, primeira postagem é difícil, nunca se está contente com o que se escreve... Na verdade nem quero que ninguém leia mesmo.
Francamente, não sei onde terminam as lembranças e começa o domínio de minha imaginação que inventou ou trabalhou as histórias que tenho pra contar, mas tudo foi possível conciliando veracidade e verossimilhança, reflete a época e as vivências. Nem pretendo fazer promessas (típicas de políticos) porque tenho certeza de que não as cumprirei, então não espere uma ordem cronológica, não estou transcrevendo um diário muito menos estou aqui para expor algo íntimo, rs.
Mas pretendo mesmo deixar frases legais, algo que faça o tão ilustríssimo leitor pensativo, afinal esse é o objetivo daqui, não é?
Bom, já desistindo desse 1º post sufocante, finalizo com um texto que achei em um antigo diário meu no rodapé de uma página cheia de coraçõeszinhos e desenhos sem nexo algum: "William Wordsworth, um dos maiores poetas ingleses (morto em 1850), disse uma frase que, tempos depois, Machado de Assis, talvez o maior nome da nossa literatura, repetiria em 'Memórias Póstumas de Bás Cubas': 'O menino é o pai do homem.'"
Francamente, não sei onde terminam as lembranças e começa o domínio de minha imaginação que inventou ou trabalhou as histórias que tenho pra contar, mas tudo foi possível conciliando veracidade e verossimilhança, reflete a época e as vivências. Nem pretendo fazer promessas (típicas de políticos) porque tenho certeza de que não as cumprirei, então não espere uma ordem cronológica, não estou transcrevendo um diário muito menos estou aqui para expor algo íntimo, rs.
Mas pretendo mesmo deixar frases legais, algo que faça o tão ilustríssimo leitor pensativo, afinal esse é o objetivo daqui, não é?
Bom, já desistindo desse 1º post sufocante, finalizo com um texto que achei em um antigo diário meu no rodapé de uma página cheia de coraçõeszinhos e desenhos sem nexo algum: "William Wordsworth, um dos maiores poetas ingleses (morto em 1850), disse uma frase que, tempos depois, Machado de Assis, talvez o maior nome da nossa literatura, repetiria em 'Memórias Póstumas de Bás Cubas': 'O menino é o pai do homem.'"
