
Ahn, uma tristeza não ser compreendido... Afinal quando se escreve algo o mínimo exigível é que alguém entenda ao menos o título; devo ser infinitamente confusa e/ou complexa aos olhos alheios. O que realmente esperam que eu escreva aqui? Que eu diga meus segredos e pontos fracos? Que publique coisas íntimas? Hahaha, acho a maior graça! Não tenho um blog para esse tipo de coisa... Mas me vem à mente aquele poeminha daquele escritor: "As coisas que amamos, as pessoas que amamos, são eternas até certo ponto. Duram o infinito variável no limite de nosso poder de respirar a eternidade. Pensá-las é pensar que não acabam nunca, dar-lhes moldura de granito. De outra maneira se tornam absoluta numa outra (maior) realidade. Começam a esmaecer quando nos cansamos, e todos nos cansamos, por um outro itinerário, de aspirar a resina do eterno. Já não pretendemos que sejam imperecíveis. Restituímos cada ser e coisa à condição precária e baixamos o amor ao estado de utilidade. Do sonho eterno fica esse gozo acre na boca ou na mente, sei lá, talvez no ar"
Devo sempre escrever algo para que alguém se sinta atingido de alguma forma? Quintana dizia algo parecido... rs Mas o pior que não ser entendido é ser mal compreendido... Oh vida!
Mas mudando o rumo da prosa, tenho escutado uma música do Cazuza, (pra variar...) que tem "tirado as palavras da minha boca" hahaha, é sempre bom quando escutamos algo que pensamos, não?
Vou colocar uma música (ou o hit do momento) dele que dedico a alguém que morreu, rs.
O mundo é um moinho
Cazuza
Ainda é cedo amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora da partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar
Preste atenção querido
Embora saiba que estás resolvido
Em cada esquina cai um pouco a tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és
Ouça-me bem amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos tão mesquinhos
Vai reduzir as ilusões à pó.
Preste atenção querido
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares estás a beira do abismo
Abismo que cavaste com teus pés... ♪
Devo sempre escrever algo para que alguém se sinta atingido de alguma forma? Quintana dizia algo parecido... rs Mas o pior que não ser entendido é ser mal compreendido... Oh vida!
Mas mudando o rumo da prosa, tenho escutado uma música do Cazuza, (pra variar...) que tem "tirado as palavras da minha boca" hahaha, é sempre bom quando escutamos algo que pensamos, não?
Vou colocar uma música (ou o hit do momento) dele que dedico a alguém que morreu, rs.
O mundo é um moinho
Cazuza
Ainda é cedo amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora da partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar
Preste atenção querido
Embora saiba que estás resolvido
Em cada esquina cai um pouco a tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és
Ouça-me bem amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos tão mesquinhos
Vai reduzir as ilusões à pó.
Preste atenção querido
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares estás a beira do abismo
Abismo que cavaste com teus pés... ♪
